Lista dos clubes amadores da Baixada Santista
 
 
Santos é tri da Libertadores  
Duelo entre Neymar e Messi  
Muricy mereceu o título  
Neymar faz história na Vila  
Neymar e Ganso até 2015  
Ver todas as notícias  
 
Renan Prates Renan Prates
Timão, na moral
 
Pepe

José Macia Pepe
Bombas de alegria

 

 
Ednilson Valia Ednilson Valia
Amor corintiano
 

Gustavo Grohmann

Gustavo Grohmann
Messi na Copa
 
global Coluna do Leitor
Homenagem ao Pelé
 
     
 
 
Ver todos os colaboradores
  José Macia Pepe Bombas de Alegria

José Macia - Pepe

José Macia, o Pepe, nasceu na cidade de Santos, tornando-se o maior ponta esquerda artilheiro que o mundo já viu e, também possuidor do chute mais portentoso.

Seu maior mérito foi ter beijado um único dístico em toda sua carreira, o do glorioso Santos Futebol Clube. Por este seu gesto tem o respeito e o carinho não só de nossa cidade como também de todo torcedor alvinegro e apreciador do bom futebol. Editou seu primeiro livro “Bombas de Alegria”, em 2006, já em segunda edição e promete até o final deste ano o lançamento do seu segundo livro. Pepe está quase sempre na livraria Realejo, no Gonzaga, distribuindo autógrafos e esbanjando toda sua simpatia. Como colaborador e colunista deste site, reproduzirá  alguns dos seus famosos “causos”.


  O porrete
 
Arquivos

O Magrelo...
Os três sinais
Discos Frankfurt
O amigo Leal
Empréstimo Manga
O contrato
O bote
As sete ondas
O porrete
Leão bravo

 






 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

João Saldanha, jornalista ou técnico foi sempre um homem decidido, e quando o problema aparecia resolvia a sua maneira, por bem ou por mal.

Certa feita, em uma das ruas do Rio de Janeiro, vinha João cansado do seu trabalho dirigindo o seu fusquinho 69, quando de repente um enorme caminhão o fecha e quase o joga por cima do passeio.

João nao se conformou e xingou o barbeiro. O motorista do caminhão não gostou. E freou. João também.

Ambos desceram dos veículos batendo as portas com força. João nunca se sentiu tão miúdo e frágil perto da ignorância do português que descia do caminhão para tomar satisfação.

Quase dois metros de altura por quatro de largura. Um autêntico guarda-roupas! E bufava! Além do mais trazia na mão um enorme porrete parecido com aqueles usados pelos gladiadores no tempo do Nero.

E João se sentiu um anão, um inseto, uma migalha!

O Português vindo e Saldanha aguardando o choque descomunal e injusto.

Porém João não perdeu o rebolado e berrou:
- Seu cutruco de uma figa! Barbeirão desgraçado! És muito valente porque estás com esse porrete na mão!

E desafiou:
- Larga essa merda no chão, quero ver se és homem!

O Portugês, já roxo de raiva, não se fez de rogado. Colocou o porrete no chão e partiu pra ignorância.

Sem tempo hábil, pois João rapidamente apanhou o porrete no chão e deu uma tremenda surra no Lusitano, mandando-o rápido para o 4º. andar do hospital próximo à Barra da Tijuca.

(extraído do livro "Bombas de Alegria")

 
www.giginarede.com.br - Todos os direitos reservados © 2009