Lista dos clubes amadores da Baixada Santista
 
 
Santos é tri da Libertadores  
Duelo entre Neymar e Messi  
Muricy mereceu o título  
Neymar faz história na Vila  
Neymar e Ganso até 2015  
Ver todas as notícias  
 
Renan Prates Renan Prates
Timão, na moral
 
Pepe

José Macia Pepe
Bombas de alegria

 

 
Ednilson Valia Ednilson Valia
Amor corintiano
 

Gustavo Grohmann

Gustavo Grohmann
Messi na Copa
 
global Coluna do Leitor
Homenagem ao Pelé
 
     
 
 
Ver todos os colaboradores
  Gustavo Grohmann Futebol

Gustavo Grohmann

Editor do site Milton Neves desde 2005. Passou pelas TVs Cultura e Record e pelo Diário do Grande ABC.

E-mail: gustavo@terceirotempo.com.br




  Pra que falar, Júnior?
 
Arquivos

Bando de hipócritas
Toques rápidos
Respeito ao craque
A cereja do bolo
Nem tanto ao céu
O Fenômeno
Real Madrid
Torcida única
Fala sério Timão
Acabaram as férias
Pra que falar, Jr?
SP x Vitória
Prendam o agressor
Parabéns, Silas!
Holanda x Alemanha
Messi na Copa

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em algumas ocasiões a palavra de um homem vale mais do que uma rubrica em um pedaço de papel. Mas não é o caso do futebol, que não respeita nem assinatura de contrato.

Ricardinho, por exemplo, ao se transferir do Corinthians para o São Paulo, em 2002, assinou uma cláusula dizendo que caso saísse do Tricolor antes do término do acordo e quisesse jogar em um clube brasileiro, teria de esperar o período de um ano ou pagar uma multa com valor pré-determinado.

O meia, tido e havido como bom-moço por toda a imprensa, foi para a Inglaterra e depois de seis meses voltou para o Santos. Entrou na justiça contra o São Paulo, ganhou e não precisou pagar a multa.

Já o volante Magrão faz parte daqueles que “morrem pela boca”. Em sua época de Palmeiras, o jogador chegou a afirmar que nunca vestiria a camisa do Corinthians, nem de brincadeira. Meses depois era apresentado como novo reforça do Timão.

Algo parecido aconteceu com o técnico Émerson Leão, que sempre se gabou de não romper seus contratos de trabalho. Até abandonar o São Paulo no meio da Libertadores de 2005 alegando ter de “ajudar um amigo no Japão”.

E é o que está acontecendo agora com o lateral-esquerdo Júnior, que deixou o São Paulo após término de contrato e acertou com o Atlético Mineiro, comandado hoje por Émerson Leão.

Pouca gente se lembra, mas, em 2005, no programa Cartão Verde, da TV Cultura, Júnior afirmou com todas as letras que nunca mais trabalharia com Émerson Leão devido aos problemas que teve com o ex-goleiro na época em que ele comandava o São Paulo. E que não tinha medo de afirmar isso, pois já estava no final de sua carreira e não precisava mais provar nada pra ninguém.

Júnior tem o direito de não querer mais trabalhar com esse ou aquele atleta, técnico ou dirigente? Sim, tem! Ele tem direito de afirmar o que ele quiser, onde ele quiser e como ele quiser? Tem também! Mas se não vai cumprir, pra que o incisivo e veemente discurso?

De duas uma: ou ele fica quieto e pode mudar de opinião sem ser criticado, ou ele fala e cumpre o que prometeu! O que não dá é ficar fazendo discursinho para agradar esse ou aquele e depois recuar. E isso vale pra Júniors, Leões, Ricardinhos e Magrões.

Fale com o colunista: gustavo@terceirotempo.com.br

 
www.giginarede.com.br - Todos os direitos reservados © 2009