Lista dos clubes amadores da Baixada Santista
 
 
Santos é tri da Libertadores  
Duelo entre Neymar e Messi  
Muricy mereceu o título  
Neymar faz história na Vila  
Neymar e Ganso até 2015  
Ver todas as notícias  
 
Renan Prates Renan Prates
Timão, na moral
 
Pepe

José Macia Pepe
Bombas de alegria

 

 
Ednilson Valia Ednilson Valia
Amor corintiano
 

Gustavo Grohmann

Gustavo Grohmann
Messi na Copa
 
global Coluna do Leitor
Homenagem ao Pelé
 
     
 
 
Ver todos os colaboradores
  Gigi

Carlos Alberto Mano Prieto - ( Gigi)

contato: carlosprieto@giginarede.com.br

   
A humilde posição de ser reserva
 

pato e sheik- corinthians

 

Não sou analista psiquiátrico e muito menos psicólogo para traçar perfis sobre o comportamento do ser humano, quando este em sua plenitude de conhecimento ou de domínio pleno daquilo que faz, tem que se sujeitar a uma imposição de inferioridade e ter a humildade de se curvar ao seu superior.

Complicado, mas é um assunto de certa relevância se tentar  esclarecer, de certa forma, o que tem acontecido com o time do Corinthians.

Portanto, a partir dessa premissa, fica claro o quanto é difícil um profissional qualquer aceitar a condição de reserva, ou melhor, para bom entendimento de boleiros, o tal chamado “banco”.

Eu mesmo, quando atleta, por circunstâncias próprias, jamais aceitei o “banco”, e quando acontecia me deprimia e, por vezes, me revoltava contra o mandante. Isto por mera vaidade que está embutida no ego de qualquer um.

O mesmo acontece quando um atleta é substituído no decorrer de uma partida por deficiência técnica ou física, no qual existe sempre a incompreensão do escolhido.

Mas, vamos ao registro de dois casos mais recentes:

Primeiro caso, o do jogador Emerson-Sheik que tem se revoltado com o treinador Tite quando o mesmo o substitui durante uma partida, e coincidentemente, por algumas vezes na situação de “banco” quando entra no jogo acaba por ser expulso. Mostrando nitidamente o descontentamento por ambas as situações.

O segundo me refiro ao jogador Pato que vem de muito tempo rejeitando a condição de “banco”, isto obviamente, o levando a uma situação de desmotivação total.

A falta de “feeling” do treinador Tite, já bastante desgastado pela teimosia em não querer se remodelar de seu esquema de retranca, faz com que seu grupo se sobrecarregue de aleivosia e não responda mais aos seus comandos.

Por essas e outras, é que reputo a Tite a queda de rendimento e insucesso de sua equipe.

Concluindo ao alusivo, ele jamais poderia deixar o irreverente e aloprado Sheik no “banco” e principalmente ter dado ao Pato a responsabilidade da cobrança final.

Simples assim!

Abraços do Gigi
Clique aqui para visualizar todas as crônicas
www.giginarede.com.br - Todos os direitos reservados © 2009