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Carlos Alberto Mano Prieto - ( Gigi)

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Palavras ao léu
  olho

É sempre a mesma ladainha quando entra um novo governo. Promessas e mais promessas, das mais simples as mais complexas e, como de costume, pouco se realiza.

Mas, desta vez quero me ater a uma fala do Pelé quando declarou que o povo brasileiro não sabe votar. Ela se torna irritante e passa quase despercebida, mas
 

gostaria de acrescentar ao seu repente o seguinte: “além daqueles brasileiros que não sabem votar, os poucos esclarecidos, hoje em dia, não sabem nem em quem votar”.

Como é sabido e por demais divulgado através de seus depoimentos,  os economistas e cientistas políticos  citam como quesito número um a alternativa para se equalizar a economia de um Estado é a sua contenção de gastos, ou melhor, gastar menos daquilo que se arrecada, afinal o básico em qualquer tratado econômico.

No entanto, as primeiras medidas, aliás, todas demagógicas, declaram moratória para averiguação das contas (portanto, estúpido aquele fornecedor não apadrinhado que não recebeu a seu tempo). Em segundo, prometem reduzir o quadro de funcionários, diminuírem secretarias e ministérios, unir outros e assim por diante.

Caso tenham curiosidade atentem por esse detalhe e averiguem nas próximas campanhas o que digo acima, e se a situação ao final do mandato não é toda revertida.

O que mais importa a eles neste início é o conchavo político partidário. Veja o quadro atual em que o Partido dos Trabalhadores abocanhou o que de melhor “arrecada”, isto com o intuito, é claro, de encorpar-se no contexto político social, deixando as migalhas para os seus parceiros de campanha. Tanto que, Garibaldi Alves sequer se acanhou em declarar o abacaxi que lhe deram.

A guerra está declarada com a suspensão por parte da presidente para a escolha dos cargos do segundo escalão do governo.

Entre milhares de atos inconseqüentes, apenas anotem este e procurem verificar seu efeito, principalmente nas contas públicas, o fato de deputados eleitos trocarem seus cargos por Secretarias de Estado dando vaga aos chamados “deputados de verão ou tampão”, dos quais geram uma despesa absurda.

Esse espírito, que considero um ato masoquista do nosso povo, já está enraizado na nossa cultura. Aprendemos a conviver com o mal sem sequer nos incomodarmos, desde que, lógico, estejamos nos locupletando com o sistema.

Espertos de todas as áreas de comunicação já dissertaram a respeito, mas polido como são por sua formação acadêmica, se manifestam através de termos mais pedagógicos.

Claro que o assunto quando tratado de forma direta não tem a relevância necessária para uma compreensão melhor, mas não tenho dúvida de que conjugo com muitos dessa idéia.

O triste é saber que com o tempo não só estas minhas poucas palavras e muitas outras tantas se vão ao léu.

Abraços do Gigi

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