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Carlos Alberto Mano Prieto - ( Gigi)

contato: carlosprieto@giginarede.com.br

   
Ufa!! Que alívio...
   
descanso

Com certeza, deve ter sido o suspiro do Marcelo Teixeira quando do resultado das urnas.

Chega! Marcelo já não agüentava mais ter que enfrentar as tresloucadas aventuras do Luxemburgo, ser refém do Fábio Costa, carregar o peso em ouro de um Fabão, tourear as manhas de um Hitler, ter que responder a cada final de mês a uma folha de pagamento das mais altas de qualquer outro

 

clube brasileiro, e ainda por cima driblar a mais árdua tarefa advinda do assédio de procuradores, empresários, grupos de investidores, enfim aquela horda criada pela Lei Pelé, a qual me referi quando da minha crônica “Mea culpa coletiva”.

Inclusive eu, juntamente com meu amigo Marcelus, já havíamos nos apercebido na primeira reunião ocorrida na Chancelaria de que ele próprio, o Marcelo, não demonstrava ânimo algum em disputar um pleito e sequer se definir como candidato. Parecia, àquela ocasião, estar sentindo um frio na espinha, sinônimo de uma derrota proeminente.

Portanto, Marcelo perdeu para si próprio, e isto quer dizer o fim da era Teixeira. Uma dinastia, reconheçamos, da mais alta valia por tudo que fez pelo nosso querido alvinegro da vila, haja vista todas as glórias conquistadas.

O vencedor de fato já vinha disputando  algumas eleições, o que deixa evidentemente estampado, a vista de todos, de que houve um grande processo de rejeição no intuito de interromper a perpetuação da família Teixeira no poder. Desgaste natural em todo processo de sucessão pelo tempo excessivo de mandato.

Coincidência ou não, lembrou-me a ascensão do presidente Lula, que tentou por anos e anos e somente conseguiu alcançar o poder num processo idêntico de rejeição a uma direita desgastada pela opinião pública.

Marcelo pecou em não ter preparado o seu sucessor para este mandato, deixando transparecer que havia exigência de ordem maior, e por outra: vazão à vaidade de um ego ferido.

E nós, correligionários, sentíamos pela sua hesitação de que este não era o momento, mas como fiéis escudeiros não o abandonamos.

Erros foram cometidos no afã de buscar  resultados que de fato não aconteceram, favorecendo desta forma a sua rejeição. Sentiu-se isso, quando do grito de vitória dos oponentes, pois vazava da boca de todos, não a ovação ao concorrente Luiz Álvaro, mas sim a execração ao Marcelo.

Acredito que deverá haver harmonia na transição do poder, pois tanto um como o outro ambiciona a grandeza do Santos Futebol Clube. Equilíbrio e ponderação nas decisões trarão a necessária maturidade para que não prejudique nenhum interesse de ambas as partes.

Abraços do Gigi

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