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Carlos Alberto Mano Prieto - ( Gigi)

contato: carlosprieto@giginarede.com.br

   
O imbrólio Ganso
 

Já faz algum tempo em que dizia, me permitam o termo chulo, o quanto esta história do Ganso já encheu o saco.

A mídia como sempre sedenta de noticiário bota lenha na fogueira acirrando ainda mais os ânimos daqueles que gostam de pular a dita cuja, já que estamos em festividades juninas.

Para tentar falar um pouco desse imbróglio,  consegui através de um amigo “corneteiro” informações das quais, em vez de esclarecedoras, acabaram por embananar ainda mais a minha cabeça. Isto prova o quanto é difícil e pouco revelador este mundo intransponível formado pelos bastidores do futebol.

O caso começou assim, quando o Grupo Diz, prática hoje muito comum em que capitalistas fustigam a formação da base de alguns clubes no intuito de investirem num provável futuro craque, adquiriu uma baciada de jogadores propensos à glória e, no meio, se encontrava Paulo Hnrique Ganso .

Nota-se que nesta leva o mais interessado era o jogador Thiago Luiz, considerado pelo seu olheiro como o Messi brasileiro (pelo visto era totalmente vesgo).

 

Ganso, nesta altura, já havia sofrido sua primeira intervenção cirúrgica de joelho, o que os deixava sob prevenção. Abrindo um parêntese neste tópico: o quanto se torna assustador e apreensivo os processos pós-operatórios de qualquer atleta. E para melhor elucidar o problema cito o caso de um jogador do meu tempo, Claudio Adão, que rompeu o tendão de Aquiles, e se hoje ainda preocupa, imaginem naquela época onde os  recursos eram mais precários. Então sob essa incerteza, o Santos F.C. acabou negociando sua venda para o Flamengo e deu no que deu: Claudio Adão se tornou ídolo do C.R. Flamengo.

Embora possuidor de qualidades técnicas indiscutíveis, Paulo Henrique Ganso não deixava de ser um contrato de risco, tendo em vista as intervenções cirúrgicas sofridas.

Por esse ângulo tornou-se um tormento tanto para o Santos F.C. quanto para o Grupo Diz que já a esta altura estava com 55% dos seus direitos federativos.    

Bom, como vocês podem ver... Não é para ficar de saco cheio? E, por isso, interrompo aqui a minha investigação.

Portanto, vou me ater apenas a falar da integridade desse menino que mostrou, de forma precoce, a condição de um autentico líder dentro de campo, demonstrado na partida entre Santos FC contra o Santo André, quando chamou para si a responsabilidade do jogo e assim conquistando o Campeonato Paulista de 2010.     

Vítima da imprensa que por maledicência quis impor a ele  a culpa por toda essa celeuma, quando na verdade ele não passou de uma marionete nas mãos de seus “tutores”, pois era o que transparecia através de seus discursos pré-direcionados.

Para concluir, eu apenas reafirmo um chavão dos antigos boleiros dizendo que ele é mais produtivo com uma perna amarrada do que outro jogador qualquer em condições normais.

Abraços do Gigi

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