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Superfaturamento... Palavra mágica que levou milhares, ou a esta altura "toneladas", de corruptos entre políticos, servidores públicos e muitos da iniciativa privada ao enriquecimento ilícito, portanto, à gloria. E o pior, é que tenho que ouvir histórias como: “coitadinho, o cara veio do nada e deu um duro danado para chegar aonde chegou”, amealhando, às vezes, fortunas incalculáveis. Clichês como esses, brotam em todo canto. Claro que não estou generalizando, porque de fato alguns poucos souberam dignificar e carregar consigo a palavra decência que para muitos “daqueles” significa palavra maldita.

Para um entendimento mais lógico de como ficaram ricos os mencionados na trilogia acima, assim explico resumidamente: Para o político, o chamado favorecimento no voto deste ou daquele projeto no interesse de uma das partes, além dos conchavos existentes entre os três Poderes, quando não até o quarto poder. Para os servidores públicos, acredito desnecessário manifestar-me a respeito. Basta usar o chavão costumeiro “criar dificuldades para obter facilidades”. E, quanto à iniciativa privada vou usar o que é mais comum nas negociatas, que hoje se tornou um vício licitatório. Os mais fortes, pela destreza na manipulação dos editais e, de acordo com o poder dos participantes concorrentes, acabam por dividir o bolo nas parcerias, ou mesmo, usando um termo chulo um “cala boca”. Os mais fracos, no intuito de sobreviverem, ficam na condição de sublocados das obras contratadas, sujeitando-se a um percentual, muitas vezes indigno de um trabalhador. E, assim o trem da alegria segue seu rumo que parece não ter fim.

Mas, apesar de tudo, ainda enxergo uma luz no final do túnel. Hoje podemos afirmar com convicção que o PT foi um mal necessário. Mal, por “embebedar-se” com a cachaça do poder, e tonto por fazer acordos com Deus e o Diabo, buscando com frenesi a sustentabilidade de seu governo, isto pela incapacidade de gerir o seu segundo escalão. Ficando tão somente na sua política populista, sob uma caridade exacerbada e demagógica. E necessário, porque instituiu a “síndrome da transparência” com que fez revelar e conscientizar o povo das mazelas que sofremos, por décadas afora. Portanto, agora basta saber até quando iremos suportar este bando de pulhas para que usemos de um recurso, segundo o que os cientistas políticos definem como a única solução para sanear todo esta esbórnia, ou seja, a chamada “virada de mesa”.

Agora entendo o Diogo Mainardi que sempre jura não falar mais do Lula, e ,no entanto, acaba por me convencer de que o rei, de fato, está nu. E eu, acabo me envolvendo na política, embora fugindo do meu próposito que é o esporte, isto por que existe uma ligação direta entre ambos, haja vista o acontecido recentemente com a Sociedade Esportiva Corinthians onde a corrupção deita e rola.

Por hoje, chega!!........... Até a próxima.

Abraços do Gigi

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