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Ednilson Valia

Com um faro de basset hound e ostentando um tato de elefante é Jornalista há 11 anos, com trabalhos publicados no Diário Esportivo Lance, revista Grandes Clubes do futebol brasileiro, Placar e um dos autores do Livro Quem é Quem (500 jogadores nacionais e 500 jogadores internacionais), da Editora Abril.

E-mail: evalia@terceirotempo.com.br



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Não vou ser demagogo e dizer que vou torcer contra a Seleção Brasileira.

Mas esse time do Dunga não é o que eu espero de um time verde e amarelo.

O Brasil não joga somente pelo título mundial. Defende um estilo de jogo, uma escola futebolística e tem que preservar a sua identidade nos gramados. Caracterizada pelo improviso, habilidade e a iniciativa.

Hoje, o time tupiniquim não busca suas raízes. Pratica um futebol pragmático, sem criatividade e mortal no contra-ataque.

Claro que é eficiente e pode muito bem conquistar o hexa.

Mas, se cairmos nesta armadilha repetiremos o feito do título de 1994.

Aquele do Parreira!

Sempre o citamos, mas não é a referência para nada.

Lembramos enviezadamente de Romário e Taffarel. E só!

Será que vale privar a alegria de manter a identidade para se escorar na tese do jogo “europeizado”, do tal futebol de resultado?

A Copa do Mundo é apenas o título que interessa?

Ter derrotas dignas faz parte e com isso serão construídas vitórias grandiosas, suadas e eternas.

A seleção não pode se acovardar por causa da pressão popular, da “proeminente” busca do título e a obsessiva cobrança em cima dos jogadores e comissão técnica.

Temos que ter a coragem de defender a nossa escola futebolística, aquilo que Leônidas, Zizinho, Pelé, Zagallo, Vavá, Garrinha, Amarildo, Sócrates, Zico e outros lutaram para construir.

Eu não esqueço da Seleção Brasileira de 1982, o time de Telê Santana.

Sou saudosista a ele.

Já o do capitão Dunga, em 1994, lembro e me aterrorizo.

Claro que mordo os botões ao refletir sobre o que é melhor.

E você, caro amigo, prefere o título a qualquer preço? Ou a manutenção da identidade do futebol brasileiro nas quatro linhas?

Reflita!

Fale com o colunista: evalia@terceirotempo.com.br

 
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