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Ednilson Valia

Com um faro de basset hound e ostentando um tato de elefante é Jornalista há 11 anos, com trabalhos publicados no Diário Esportivo Lance, revista Grandes Clubes do futebol brasileiro, Placar e um dos autores do Livro Quem é Quem (500 jogadores nacionais e 500 jogadores internacionais), da Editora Abril.

E-mail: evalia@terceirotempo.com.br



  Surgiu um gênio com nome de ave!
 
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Estive na Vila Belmiro. Assisti a segunda partida das semifinais da Copa do Brasil entre Santos e Grêmio.

O Peixe sucumbiu à marcação gremista no primeiro tempo e aproveitou-se de lances individuais na etapa final para liquidar a fatura. Mas me atenho a um personagem: Paulo Henrique Ganso.

Ganso não fez a sua melhor partida no Santos. Talvez, das partidas que assisti, foi a pior.

Esse tipo de atuação faria Dunga julgar Ganso como um atleta sem o “comprometimento” necessário para a Seleção Brasileira.

Mas, ontem, quando a equipe alvinegra estava desesperada, não encontrava saídas, surgiu o gênio. Em uma jogada primorosa, o camisa 10 santista acertou um petardo no canto esquerdo da meta do até então intransponível goleiro tricolor Victor.

Craque, na acepção da palavra, neste jogo, Ganso se diferenciou. Este tipo de jogada resolve partidas truncadas, de defesas sólidas e com marcações fortes e intimidatórias.

O que o Ganso fez ontem e vem fazendo freqüentemente nos jogos do time do litoral paulista, fará uma falta absurda durante a Copa do Mundo. Ou você imagina que Josué, Gilberto Silva, Kléberson, Júlio Baptista, Elano e Felipe Mello farão algo parecido?

Inté,
Ednilson

"Só acredito nas pessoas que ainda se ruborizam"
Nélson Rodrigues


 
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