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  10/10/2010 - Dorival Jr.: 'Deixo os jogadores viverem'
 

Segundo o treinador do Santos, os jogadores não levam para o campo as suas brincadeiras

Dorival Jr

Um cara pacato, de fala mansa e estilo até um pouco retraído é o treinador do time que mais tem feito barulho neste início de temporada do futebol brasileiro. Num contraste de estilos inesperado, o técnico Dorival Júnior, em quatro meses de trabalho, conseguiu transformar o clima na Baixada Santista, e chegou às semifinais do Campeonato Paulista – joga neste domingo, contra o São Paulo, no Morumbi.

 

Na manhã desta sexta-feira, Dorival viajou a São Paulo, direto para a redação do LANCE!. Contido, se fez pouco notar, diferentemente das traquinagens e coreografias dos comandados dele. Algo que ele, contraditoriamente, aprova:

– Se eles (jogadores do Santos) entrassem aqui (na redação do L!), destruiriam tudo. Mas, quando entram em campo, mudam. Então, para que vou cortar isso? – disse ele, olhando para a redação.

A seguir, confira a entrevista com o treinador:

LANCENET!: Você já sabe como vai escalar o Santos para a primeira partida da semifinal?
DORIVAL JÚNIOR: Estou trabalhando com as duas formações. Veremos até domingo com que equipe vamos.

LNET!: Se Wesley for para o meio de campo, então, sai o Robinho?
DJ:
Pois é, ter de tirar um dos cinco é difícil, não é? Se eu tirar um dos atacantes, perco velocidade. Se eu tirar o André, perco na jogada aérea defensiva. E o São Paulo é muito bom nessa jogada.

LNET!: A concentração dos jogadores do Santos vai começar um dia antes, certo? Por que isso? Há uma boa melhora no desempenho para justificar isso?
DJ:
Ao longo desse período todo, vou concentrar um dia a mais. É importante, sim. Eles se alimentam direito, descansam. Os jogadores podem jogar video game, mas vão estar ali, falando do São Paulo, do Santo André e do Grêmio Prudente.

LNET!: É uma medida para conter a empolgação?
DJ:
Sinceramente, não é um time empolgado. Eles são brincalhões. E eu deixo eles viverem. Nós colocamos uma máscara porque perdemos nossa ingenuidade. Não vou tirar isso desses meninos. Eles que vivam isso o máximo possível.

LNET!: Com tantas brincadeiras no elenco, que são visíveis, é possível criar um ambiente de trabalho que seja harmônico?
DJ:
Em todos os clubes em que trabalhei, se conquistei alguma coisa foi por causa disso aí. Se você me perguntar o que eu tenho de bom no trabalho, respondo rapidamente: é o ambiente de trabalho.

LNET!: Você tem lembrado dos 4 a 1 que o São Caetano, comandado por você, fez no São Paulo, no Morumbi, no Paulistão de 2007?
DJ:
Eu não fico lembrando muito de jogos. Eu prefiro dar exemplos de outras pessoas.

LNET!: E você vê alguma semelhança nesse time com o São Caetano?
DJ:
Não, por que esse time do Santos eu já peguei com a montagem em andamento. O São Caetano, não. Tivemos de remontar toda a equipe em três meses. Foi diferente.

LNET!: Mas o Santos também teve de ser remontado, não?
DJ:
Sim, mas eu encontrei uma base titular. Edu Dracena, que já estava, mas estava machucado, Léo, que não vinha jogando tanto, Pará, que não estava bem porque não tinha feito uma pré-temporada legal... Felipe já estava, Paulo (Henrique) e Neymar também...

LNET!: Jogadores e comissão técnica não ficam pensando: imagine o que vamos ouvir se não passarmos do São Paulo?
DJ:
Ouvir, vamos, mesmo. Isso eu tenho certeza. Mas acho que não podemos pensar assim. Acho que o Santos tem de se preparar para disputar títulos. Se vai ser agora, daqui seis meses, no Paulista do ano que vem... É um time que, na minha concepção, tem um ano e três meses de concepção. Essa estrutura do São Paulo tem mais de quatro ou cinco anos de continuidade.

LNET!: Você está trabalhando com a possibilidade de perder atletas para a Europa nesta janela de transferências do meio do ano? Neymar e Paulo Henrique Ganso estão na mira, não?
DJ:
Estou trabalhando para reforçar, não para perder (risos).

LNET!: Quando o Luis Álvaro Ribeiro (presidente do Santos) falou que não sairá ninguém depois da Copa, deu a entender que, depois disso, Neymar sairá.
DJ:
Acho difícil que saia, o Santos quer montar um grande time. E sabemos que, às vezes, a reposição é muito mais cara do que o dinheiro que se conseguiu com a venda do jogador. É só lembrar do caso do Douglas, que saiu do Corinthians. Era mais fácil dar R$ 10 mil a mais para o cara...

Fonte: Lancenet

 
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