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Gustavo Grohmann
É editor e colunista do Portal Terceiro Tempo desde janeiro de 2005. Escreve a seção Ranking da revista "Fut!" (do grupo "Lance!") e suas ideias sobre o Esporte Bretão estão diariamente no Blog do Gustavo Grohmann (blogdogustavogrohmann.wordpress.com)

E-mail: gustavo@terceirotempo.com.br



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É claro que conheço Silas desde seus tempos de ‘Menudo’, porém admito que nunca tinha ouvido uma entrevista do hoje treinador demonstrando seus atuais pensamentos sobre o mundo do futebol com a atenção necessária. E confesso que me surpreendi e gostei muito de suas declarações no programa ‘Mesa-Redonda’, da TV Gazeta.

O técnico do Grêmio analisou com isenção a derrota para o Tricolor do Morumbi por 3 a 1, de virada. “O São Paulo é um time muito frio, cirúrgico. Não aproveitamos as chances que tivemos nos 20 minutos iniciais segundo tempo (o jogo estava empatado em 1 a 1) e pagamos por isso”, disse Silas.

Ao rever o pênalti marcado para o São Paulo (e desperdiçado por Rogério Ceni), Silas simplesmente concordou com o árbitro Gutemberg de Paula Fonseca sem nenhuma ressalva. E também assentiu com o apitador carioca no “lance perigoso” do zagueiro Alex Silva dentro da área do time paulista. Aposto que outros treinadores que dizem ‘vestir a camisa’ pleiteariam uma penalidade máxima.

“O árbitro não teve influência alguma no resultado da partida e exatamente por isso fui cumprimentá-lo após o fim do jogo. Quando somos prejudicados sempre reclamamos. Então temos de elogiar quando o trabalho é bem feito. E foi assim também com o árbitro do nosso jogo contra o Atlético Mineiro (o carioca Péricles Bassols), que foi muito bem”, disparou Silas, numa atitude praticamente impossível para os comandantes dos dias de hoje que saem derrotados.

O técnico do Grêmio também criticou a maneira como é conduzida a relação clube-treinador no futebol brasileiro. “Eu pretendo sempre cumprir meu contrato até o final. Nós (técnicos) reclamamos quando somos demitidos após três derrotas, mas esquecemos da facilidade com que trocamos de clube nos dias de hoje. Se exigimos mais respeito dos clubes, precisamos respeitá-los mais também. Por isso gostei muito da atitude do Ney Franco, que preferiu cumpriu seu contrato com o Coritiba na Série B, do que assumir o Cruzeiro”, comentou Silas.

Após as declarações acima descritas e alguns outros bons comentários, percebi que o ‘treinador Silas’ é diferenciado e parece sair do lugar comum da maioria dos técnicos brasileiros.

Se continuar com esse comportamento diferenciado, tenho certeza de que terá um futuro brilhante pela frente como treinador.

Fale com o colunista: gustavo@terceirotempo.com.br

 
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