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Gustavo Grohmann

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Gustavo Grohmann

Editor do site Milton Neves desde 2005. Passou pelas TVs Cultura e Record e pelo Diário do Grande ABC.

E-mail: gustavo@terceirotempo.com.br




  Respeito ao Craque!
 
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Ronaldinho Gaúcho deu chapéu, caneta, foi campeão, fez gol de bicicleta, foi o melhor do mundo, olhou para um lado e tocou para o outro... Enfim, fez mágica com a bola nos pés.

Robinho deu show com a camisa do Santos e teve seus grandes momentos no Real Madrid. Como um verdadeiro peladeiro, correu, pedalou, ciscou pra cá e pra lá e até recebeu aplausos do torcedor adversário.

Ambos não passam por um bom momento dentro das quatro linhas e por suas atitudes em campo e fora dele são criticados a torto e a direito pela mídia especializada. As críticas futebolísticas são válidas. Mas e as outras?

Os dois atacantes são notadamente acima da média com a bola nos pés. Ronaldinho já provou, com resultados, seu brilho, mas hoje está apagado. Robinho não atingiu o ápice, mas deixou um gostinho de quero mais em todo torcedor que se preze.

Talvez, para eles, fazer dois ou três contratos milionários, garantir a boa qualidade de vida da próxima geração de suas famílias e ter a casa, o carro e mulher que eles queiram já basta. E será que eles não têm esse direito?

Explico as exacerbadas críticas que extrapolam o gramado: confundimos desapontamento com raiva, frustração com irritação.

Sabemos a capacidade dessas caras e não conseguimos compreender o motivo da “desistência”. Somos egoístas. Talvez por nossa paixão pelo Esporte Bretão.

Quem disse que o melhor jornalista do mundo tem de trabalhar na CNN? Quem disse que o melhor astronauta tem de estar na NASA? Quem disse que o melhor professor do planeta tem de lecionar em Harvard? E quem disse que todos sempre têm de dar o seu máximo?

É nítido o comprometimento de Kaká com o futebol. Mas se ele resolver parar, ou apenas tirar o pé do acelerador (continuando a cumprir suas obrigações, é claro), não temos o direito de criticá-lo. Mesmo achando, ou até mesmo tendo certeza, de que ele ainda pode contribuir com o futebol do Brasil e do mundo.

Será que se o fenômeno Susan Boyle, com seu impressionante vozeirão, decidir não dar sequência à carreira artística e voltar à sua pacata vida na escocesa Blackburn, “desceremos o sarrafo” nela como em Robinho e Ronaldinho Gaúcho?

A escolha, meus caros, é única e exclusivamente do craque, seja ele da bola ou de qualquer outra área. E devemos respeitá-los.

 
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